Shanti
5 de novembro de 2014
Novembro
25 de setembro de 2014
Simplicidade de Outono
alimentar-me de cores Outonais,
Já aqui estava...

8 de agosto de 2013
8 de julho de 2013
Hoje
22 de maio de 2013
Descalça
Tenho os sonhos em Mim, porque Graças a Deus me mantenho assim.
Vejo a Vida a passar-me ao lado, o meu sorriso em curtas-metragens como se já não fosse o meu.
Vejo a Luz, em reflexo da minha Gratidão, por não esquecer quem sou, mesmo não o sendo agora.
Mas estou aqui... ainda estou aqui...
E se Me ouves... se Me vês... ainda não desisti.
Dá-me então alento para me descalçar de tanto e ir por aí...
Que assim seja
Que assim seja
Que assim seja.
Shanti.
15 de abril de 2013
19 de março de 2013
Que a minha Herança é a vida que me corre nas veias,que as marcas são apenas as que deixo na minha jornada,
que os sonhos são de cada um,
que a centelha não se transmite sem que se sinta.
Aprendi que honrar alguém não é permanecer nos seus atestados,
pisar as suas pisadas,
falar as suas palavras.
É simplesmente amar e respeitar pelo que me foram.
Simplesmente porque existiram.
Que vim ao mundo por mim para poder ser aos outros.
Que não posso agarrar-me e desculpar-me com os dias dificeis que permitiram que tivesse quando não podia defender-me.
Não teria a capacidade de entendê-lo simplesmente porque sei que não o faria.
Sem julgamentos, sem muros de lamentações.
Aprendi que o único sentimento São, por mais insano que por vezes pareça... é a gratidão.
Pelo bem e pelo mal.
E que tenho sempre o livre arbítrio para querer continuar a aprender ou não.
Aprendi... que apreendi muita coisa, mas não aprendi tanta coisa assim.
Apenas no levantar-me depois da queda, no suspirar depois da gargalhada, no chorar depois da perda, no sorrir perante as pequenas coisas da vida.
Aprendi que não tem que haver uma razão ou um dia especial para recordar alguém, mas devia haver para Amar alguém.
Esquecemos o mais importante... o que deveria ser o nosso oxigénio todos os dias.
Aprendi que é possivel morrer aos poucos e continuar a respirar sem vida.
Mas, são somente minhas as marcas, as pisadas, as jornadas... e a mim só responsabilizo.
Obrigada Pai desta e de outras vidas,
esta sou eu.
Grata a mim e ao Universo por Ti.
5 de março de 2013
Fragilidades

Conheço as minhas armas e a minha arte.
E como reflexo de mim no Teu rio, sei onde reside a minha Fragilidade.
E quando me escondo do mundo, o silêncio de baixar os braços, permite-me ouvir...
O escuro de ser só, permite-me ver...
Que sou forte... porque sou frágil.
E por Amor, não me rendo.
Shanti.
25 de outubro de 2012
Loreena McKennitt - Never-ending Road (Amhrán Dui)
E na queda tento abrir as asas. E na dor a minha alma se ergue.
Por sentir ambas...
Surge uma melodia de anjos, um brilho de amanhecer.
Surge o Amar, de um chorar.
Da uma lamacenta e escura noite, nasce a Flor que me Sou.
Efémera mas de perfume eterno.
4 de outubro de 2012
Terapias de Reiki
10 de julho de 2012
1 de junho de 2012
e quando sentires o silêncio e a não existência,5 de novembro de 2011
antes

finjo que são muralhas.
15 de julho de 2011
Alma
8 de abril de 2011
12 de março de 2011
17 de fevereiro de 2011
uma historia
11 de fevereiro de 2011
Viver sem escolhas
25 de dezembro de 2010
limbo
na berma do amanhecer só.
Tento manter a destreza dos tolos,
imaginando que tenho nos pés raízes,
Que tenho nas mãos penas violeta,
um baú, de tesouros e magos.
De segredos e salmos.
Faço-me de momentos,
Refaço-me de tempos,
Desfaço-me de espera.
Respiro o que há em mim,
Perfume da chuva,
Aroma de Outono,
Hidrato-me de ventos e nortadas…
E envelheço na folhagem seca,
Sonhando-me sempre jovem na Primavera do desejo.
Sentindo.
21 de dezembro de 2010

Uma Vida de sorrisos,
Armaduras e vestidos
De corpetes de cetim…
O esbanjar da própria espécie
Delírios que se julgam prece…
Que se estendem em louvor,
Erguendo almas sem calor…
Um outro lado deste chão…
Onde caminha o tempo em vão.
Um outro olhar de quem não vê…
Que sou eu, que sou assim, que estou aqui.
Descalça neste chão de pedra.
Cega neste templo frio.
Surda neste frenesim…
Muda…
Para ti.
Um outro lado,
De mim.
27 de novembro de 2010
dançamos
malabarismos da consciência...
conscientes ou não.
pé ante pé,
degrau a degrau,
um dia de cada vez.
se sobe... a euforia despista o sentir,
se desce... a voz emudece a alma.
malabarismos de querer,
curvas de perder,
medos de ser.
e nesta valsa, somos o que queremos...
queremos o que não somos,
amamos o que dançamos.
e pedimos ao Universo um tango,
que nos desapegue do sentimento
mudo, quieto e ausente.
e esperamos somente o calor...
e deixamos de esperar o Amor.
não ter frio... tem que ser suficiente.
13 de novembro de 2010
neblina
diferentes as formas de sentir, o lamento de perder, o gemido de doer.
7 de novembro de 2010
cousas
Respira a tua dor… Sente os soluços de entorpecimento da alma
E transforma.
Ergue um monumento de saberes e sentires,
E declina o teu jeito imperfeito em louvor a ti mesmo.
Respira o sentido de todas as cousas,
E Ama o sorriso e a dança.
E goza o silêncio da Contradança.
Respira o meu Ser,
O meu mar,
E sussurro-te o Amanhecer…
Sem pressas…
Bem devagar.
1 de novembro de 2010
em silêncio
Num deslize de alma em cetim,
De azul de toque, púrpura de mim…
Num respirar de senso em neblina,
Densa de porquês, lâmina fina.
Deixo passar.
Deixo de respirar.
Torno-me invisível para ti.
Finge que não me vês então,
Para que minh’alma se torne pequenina.
Finge que não sorris quando danço,
Para não me sentir rainha.
E na ausência, de sim…
Sou somente um talvez.
12 de julho de 2010
O Sonho.
O Sonho… em mim dorme, em mim esquece.
A Vida… acorda as suas pétalas
como se Primavera fosse em cada dia que passa.
As Palavras… dançam valsas ao som de pianos e violinos,
convidando borboletas, fadas e meninos.
A Música… acarinha cada anjo que passa,
Embalando os céus de encontros e desencontros.
O Olhar… estremece de desalento
Na busca incansável do momento.
E eu, e tu, e nós…
Somos a árvore.
Aquela que é… que cria, que canta, que dança, que chora
Mas que permanece.
E somos tudo e somos nada,
E somos o que basta…
e toda a imensidão da nossa eterna criança.
E toda a dimensão que o nosso sonho alcança.
Aquele que dorme, aquele que esquece.
4 de junho de 2010
quando tropeçamos...
e não caímos de joelhos...
mergulhamos no mar de ausência de palavras, de sussurros, de vento.
mergulhamos no silêncio outrora reconfortante
e sentimos a vida a passar por entre os dedos como areia que não se vê, só se sente.
Aquele esvair de sentido, aquela dor fininha da lâmina da vida, trespassa-nos e deixa-nos apenas a alma em dor.
Dói o corpo, dói a profundidade do toque, dói o olhar o chão como se um espelho fosse.
Apenas dói... apenas corrói.
Mas... reconstrói.
E no erguer para um novo esforço de respirar, buscamos o alento das árvores, da folhagem, dos sorrisos, das fadas, dos duendes, das cores, do som.
E buscamos o ouvir de novo, o sentir de novo, o olhar de novo.
e buscamos buscamos buscamos, mesmo na inércia.
E esperamos...
sorrir novamente, largar o peso das asas...
E voar.
De mãos dadas com o universo que parecia de costas viradas,
pedimos com a humildade de quem nada lhe pertence, de quem nada lhe é.
Que assim seja, assim seja , assim seja.
Com Amor, desesperança, fé.
Um dia de cada vez... só por hoje...











