Shanti
8 de janeiro de 2020
Fora do Vidro
Talvez o Vidro se parta.
Se mergulhar o Sentir,
Talvez me reinvente.
Se a Vida exigir mais de mim,
Talvez me perca.
E me reencontre.
E me esqueça.
Shanti.
3 de janeiro de 2019
29 de dezembro de 2018
Sabes... foste a última pegada que Deus me mostrou.
Ensinamentos da vida, respirares diferentes de consciência.
A minha Alma uniu-se com a tua tantas vezes... que seria impossivel não me derrubar de emoção e Amor.
Não tenho muito que escrever pois já senti tanto e chorei tanto desta vez que nada restou em letras e dizeres. Só sei que o teu último suspiro ainda colado à minha Alma foi dilacerante. E a Paz que senti em ti... só rogo a Deus que transforme a Dor que sinto.
Desculpa-me velho Lobo de mim. Perdoa-me ter-te faltado e ter permitido não te amar sempre como devia.
Fazes-me falta ... Mesmo daí, desse campos verdejantes cheios de música e brisas de cetim... cuida de mim :(
19 de julho de 2016
Prometo Encontrar-me
Não tenho esvoaçado com elfos e fadas, sussurrado com gnomos e duendes.
Amado demais como gosto...
sentido demais como sei,
Gargalhado em vez de rir... rido em vez de sorrir... sorrir em vez de ...
não existir.
Não tenho agradecido.
nem tão pouco prometido.
Em vez de inspirar... aspiro "pequenices" de acidez alheia.
Tenho perdido aos poucos... como migalhas de pão que se vão perdendo na gula de sobreviver...
tenho perdido dias, meses...
Mas vale-me a essência e o aroma que me é... daquilo que sou.
Vale-me que o meu mundo não desista de me ter... os meus Seres de me embalar, o meu Eu de Sonhar.
E lembro-me enfim...
que sou Eu mesmo depois de me perder.
Shanti
24 de fevereiro de 2016
Shanti
com um sorriso, com um toque, um olhar.
5 de novembro de 2014
Novembro
25 de setembro de 2014
Simplicidade de Outono
alimentar-me de cores Outonais,
Já aqui estava...

8 de agosto de 2013
8 de julho de 2013
Hoje
22 de maio de 2013
Descalça
Tenho os sonhos em Mim, porque Graças a Deus me mantenho assim.
Vejo a Vida a passar-me ao lado, o meu sorriso em curtas-metragens como se já não fosse o meu.
Vejo a Luz, em reflexo da minha Gratidão, por não esquecer quem sou, mesmo não o sendo agora.
Mas estou aqui... ainda estou aqui...
E se Me ouves... se Me vês... ainda não desisti.
Dá-me então alento para me descalçar de tanto e ir por aí...
Que assim seja
Que assim seja
Que assim seja.
Shanti.
15 de abril de 2013
19 de março de 2013
Que a minha Herança é a vida que me corre nas veias,que as marcas são apenas as que deixo na minha jornada,
que os sonhos são de cada um,
que a centelha não se transmite sem que se sinta.
Aprendi que honrar alguém não é permanecer nos seus atestados,
pisar as suas pisadas,
falar as suas palavras.
É simplesmente amar e respeitar pelo que me foram.
Simplesmente porque existiram.
Que vim ao mundo por mim para poder ser aos outros.
Que não posso agarrar-me e desculpar-me com os dias dificeis que permitiram que tivesse quando não podia defender-me.
Não teria a capacidade de entendê-lo simplesmente porque sei que não o faria.
Sem julgamentos, sem muros de lamentações.
Aprendi que o único sentimento São, por mais insano que por vezes pareça... é a gratidão.
Pelo bem e pelo mal.
E que tenho sempre o livre arbítrio para querer continuar a aprender ou não.
Aprendi... que apreendi muita coisa, mas não aprendi tanta coisa assim.
Apenas no levantar-me depois da queda, no suspirar depois da gargalhada, no chorar depois da perda, no sorrir perante as pequenas coisas da vida.
Aprendi que não tem que haver uma razão ou um dia especial para recordar alguém, mas devia haver para Amar alguém.
Esquecemos o mais importante... o que deveria ser o nosso oxigénio todos os dias.
Aprendi que é possivel morrer aos poucos e continuar a respirar sem vida.
Mas, são somente minhas as marcas, as pisadas, as jornadas... e a mim só responsabilizo.
Obrigada Pai desta e de outras vidas,
esta sou eu.
Grata a mim e ao Universo por Ti.
5 de março de 2013
Fragilidades

Conheço as minhas armas e a minha arte.
E como reflexo de mim no Teu rio, sei onde reside a minha Fragilidade.
E quando me escondo do mundo, o silêncio de baixar os braços, permite-me ouvir...
O escuro de ser só, permite-me ver...
Que sou forte... porque sou frágil.
E por Amor, não me rendo.
Shanti.
25 de outubro de 2012
Loreena McKennitt - Never-ending Road (Amhrán Dui)
E na queda tento abrir as asas. E na dor a minha alma se ergue.
Por sentir ambas...
Surge uma melodia de anjos, um brilho de amanhecer.
Surge o Amar, de um chorar.
Da uma lamacenta e escura noite, nasce a Flor que me Sou.
Efémera mas de perfume eterno.
4 de outubro de 2012
Terapias de Reiki
10 de julho de 2012
1 de junho de 2012
e quando sentires o silêncio e a não existência,5 de novembro de 2011
antes

finjo que são muralhas.
15 de julho de 2011
Alma
8 de abril de 2011
12 de março de 2011
17 de fevereiro de 2011
uma historia
11 de fevereiro de 2011
Viver sem escolhas
25 de dezembro de 2010
limbo
na berma do amanhecer só.
Tento manter a destreza dos tolos,
imaginando que tenho nos pés raízes,
Que tenho nas mãos penas violeta,
um baú, de tesouros e magos.
De segredos e salmos.
Faço-me de momentos,
Refaço-me de tempos,
Desfaço-me de espera.
Respiro o que há em mim,
Perfume da chuva,
Aroma de Outono,
Hidrato-me de ventos e nortadas…
E envelheço na folhagem seca,
Sonhando-me sempre jovem na Primavera do desejo.
Sentindo.
21 de dezembro de 2010

Uma Vida de sorrisos,
Armaduras e vestidos
De corpetes de cetim…
O esbanjar da própria espécie
Delírios que se julgam prece…
Que se estendem em louvor,
Erguendo almas sem calor…
Um outro lado deste chão…
Onde caminha o tempo em vão.
Um outro olhar de quem não vê…
Que sou eu, que sou assim, que estou aqui.
Descalça neste chão de pedra.
Cega neste templo frio.
Surda neste frenesim…
Muda…
Para ti.
Um outro lado,
De mim.
27 de novembro de 2010
dançamos
malabarismos da consciência...
conscientes ou não.
pé ante pé,
degrau a degrau,
um dia de cada vez.
se sobe... a euforia despista o sentir,
se desce... a voz emudece a alma.
malabarismos de querer,
curvas de perder,
medos de ser.
e nesta valsa, somos o que queremos...
queremos o que não somos,
amamos o que dançamos.
e pedimos ao Universo um tango,
que nos desapegue do sentimento
mudo, quieto e ausente.
e esperamos somente o calor...
e deixamos de esperar o Amor.
não ter frio... tem que ser suficiente.
13 de novembro de 2010
neblina
diferentes as formas de sentir, o lamento de perder, o gemido de doer.
7 de novembro de 2010
cousas
Respira a tua dor… Sente os soluços de entorpecimento da alma
E transforma.
Ergue um monumento de saberes e sentires,
E declina o teu jeito imperfeito em louvor a ti mesmo.
Respira o sentido de todas as cousas,
E Ama o sorriso e a dança.
E goza o silêncio da Contradança.
Respira o meu Ser,
O meu mar,
E sussurro-te o Amanhecer…
Sem pressas…
Bem devagar.
















