7 de novembro de 2010

cousas

Respira a tua dor…

Sente os soluços de entorpecimento da alma

E transforma.

Ergue um monumento de saberes e sentires,

E declina o teu jeito imperfeito em louvor a ti mesmo.

Respira o sentido de todas as cousas,

E Ama o sorriso e a dança.

E goza o silêncio da Contradança.

Respira o meu Ser,

O meu mar,

E sussurro-te o Amanhecer…

Sem pressas…

Bem devagar.