3 de dezembro de 2008


em pleno domínio da minha inércia...

na decadência dos meus passos,

do não saber escrever, sentir, querer...


vou decididamente contemplar o que não me pertence,

o que perdi, o que um dia vivi... e parar por uns tempos.


hushhhhhh.... que se faz tarde, o silêncio não doi tanto como arde.