4 de janeiro de 2008

encontro de silêncio


A Tempestade lá fora, torna-se bela vista por dentro.
A luz que perfura a carne do destino,
ilumina e aquece-nos o rosto sedento de respostas.
de repente... fechas os olhos e sentes a caricia dos espíritos,
estendes as mãos e toca-te a paz inocente de uma criança.
É assim que me sinto junto de quem me embala os sonhos.
É esse não querer nada em troca...
não desejar mais do que já tenho.
Esse poder ver o horizonte sem ter que chegar perto.
É a beleza do distante.
Distante do desconhecido mas perto de um porto de abrigo.
E que Deus abençoe este não querer ir mais alem,
pois está-se aqui tão bem...